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24.6.16

Levar os miúdos à praia...quem me ajuda?

Quem me ajuda a levar as crianças do Bairro 6 de Maio, na Amadora, à praia?

Crianças que nunca saem do bairro, que os pais não conseguem levar.

Eu já contribui...Há algo mais reconfortante que ouvir uma gargalhada de uma criança a mergulhar no mar, a correr, a fazer castelos de areia?


O "Sabura na Praia" é um projeto que se destina a todas as crianças das valências creche,
pré-escolar e mediateca e a crianças/adolescentes da Comunidade com
idades compreendidas entre os seis e os quinze anos. Os jovens com idade superior a dezasseis anos,
que demonstrem sentido de responsabilidade, participam também na Colónia
de Férias, como monitores dos grupos.


Objectivos Gerais:

- Envolver e promover o intercâmbio entre crianças, adolescentes e jovens;

- Criar parcerias com entidades de ensino para o encaminhamento de adolescentes;

- Proporcionar saídas ao exterior;

- Promover as relações interpessoais;

- Promover o respeito por regras e a responsabilidade;

- Promover hábitos de vida saudáveis;

- Promover momentos formativos.


Esta atividade é apenas uma das muitas que constituem o excelente trabalho do Centro Social 6 de Maio dirigido por uma Comunidade de Irmãs, as Missionárias Dominicanas do Rosário.


Podem contribuir e saber mais pormenores no site de Crowdfunding


19.7.11

Histórias para crianças...

"E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?

Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?"

José Saramago





Ando viciada em livros infantis...não sei o que me fascina mais, se as histórias e mensagens contidas, se as ilustrações magníficas.

Um dia faço um livro infantil no Story Jumper.

11.7.11

Verões de infância1 # Nazaré

Quando era miúda ia sempre para a Nazaré, era a praia mais próxima...e no fundo a praia de todos os ribatejanos.  

O que tinha de bom (ou de mau, depende da perspectiva) é que encontravas sempre alguém conhecido…toda a gente da minha terra ia para a Nazaré.
Por vezes, sabe bem praias com agitação à volta e a Nazaré tem isso. Lembro-me que na hora de almoço quando estávamos a fazer a digestão sempre podíamos ir dar uma volta e ver :

as lojas e barracas

as nazarenas (as melhores relações públicas no turismo)

(nunca esqueci o zimmer... única palavra ou quase que sei em alemão)

o peixe a secar ao sol ( quem comerá aquilo, humm.)

O sitio


Levantávamos de madrugada, o caminho ainda era longo e as estradas não eram as melhores. Nessa altura, eu e os carros não nos dávamos muito bem…e havia sempre ali uma parte da viagem em que havia enjoo e vomitanço. Acho que era particularmente numa zona de eucaliptos… esses que ainda hoje lhes detesto o cheiro.

Chegávamos ainda cedo…tipo antes das 9h… e o tempo na Nazaré era sempre imprevisível. Tinha para mim uma teoria que o tempo na Nazaré era o sempre contrário ao tempo que fazia na minha terra. Se em Minde estava sol quando saíamos de casa, era porque na Nazaré estava nublado e vice-versa.  

todas as fotos do blog Nazaré Imagens com palavras

Mas o que era mais significativo na Nazaré? O mar “bravio”. Muita água salgada bebi nessa altura, muito enrolanço nas ondas, na minha perspectiva gigantescas e ferozes. E a água…gelada! Apesar de andar lá enfiada, aquilo era uma experiência traumática às vezes…embora divertida na maior parte dos casos.

Hoje estou assim...