18.1.16

vintage...





Rosa: "Eu sou uma velha!"
Jó: "Não és nada, és vintage!"

 in filme Os gatos não têm vertigens

Muito bom!

4.1.16

Objetivos para 2016

1. Viajar para outro país
2. Ler pelo menos 12 livros
3. Arranjar um novo hobbie
4. Fazer formação (coaching, avaliação de impacto, ...)
5. Começar a meditar (5 minutos por dia para mim)
6. Passear em família
7. Ser paciente e fazer coisas giras com a minha filha
8. Amar e educar a minha filha o melhor que consiga
9. Ter momentos a 2 (ex: hotel e SPA a 2)
10 Criar rituais para a família.
11. Dar mais atenção aos pormenores
12. Ir escrevendo o que de bom acontece comigo ou ao meu redor
13. Sair da minha zona de conforto mas por opção minha
14. Confiar mais nas minhas capacidades
15. Proteger-me e cuidar de mim
16. Saber partilhar melhor os meus sentimentos
17. Ser mais organizada
18. Fazer a "Flor" das competências (livro "de que cor é o teu pára-quedas?)
19. Enviar CV para ver o mercado
20. Escrever no blog semanalmente
21.Fazer um/a novo/a amigo/a
22. Organizar mais encontros com amigos
23. Fazer mais atividades culturais
24. Frequentar workshop de qualquer coisa prática
25. Comer pelo menos 1x/semana comida vegetariana
26. Ir fazer check-up médico
27. Ter mais estilo a vestir
28. Organizar e imprimir álbuns de fotos
29 ....(fica aberto a novas possibilidades)
30. Ser feliz e SERENA


Palavra que irá orientar o meu ano de 2016: SERENIDADE.

31.12.15

Balanço de 2015...







Final do ano e fazemos todos o balanço do ano que passou e começamos a formular objetivos para o ano seguinte. É apenas a continuação do calendário mas acaba por ser a renovação da esperança, que nos dá alento e energia para os meses seguintes, para enfrentarmos a rotina durante mais uns tempos, com o sonho de novas oportunidades.

Apesar de ter feito uma lista de objetivos muito práticos para 2015, mesmo assim só devo ter cumprido metade. Contudo, as melhores coisas do ano são sempre aquelas que não se previram. No entanto, é bom tem um ponto de partida e ficar contente com as pequenas coisas que conseguimos.

A nível profissional foi um ano de crescimento. Adquiri experiência e competências que não tinha. Analisei candidaturas a fundos comunitários (e gostei muito), acompanhei projetos estruturados, aprendi sobre planificação, sobre monitorização de resultados, sobre o poder local. Quase no final do ano, a minha coordenadora saiu e fiquei sozinha. Para 2016 prevejo um declínio da minha serenidade, sei que vão surgir novos desafios embora não sejam os que me interessam. Deixa-me triste a direção que a instituição está a tomar e as prioridades assumidas, que já não vão de encontro às minhas. Neste sentido não tenho esperança de melhoras no futuro próximo. Talvez seja a altura de analisar a minha carreira e ver que rumo tomar, algo que era um objetivo para 2015 e acabei por não fazer por ter sido um ano muito interessante.

A nível familiar, também foi bastante bom. Acompanhei o crescimento da minha filha, sem incidentes pelo meio, muitas gargalhadas e brincadeiras. Ninguém da família morreu ou ficou gravemente doente, o que por si só já faz de 2015 um bom ano. No entanto, surgiram pequenos conflitos mais vezes, devido basicamente ao cansaço extremo. Aprecio as pessoas que conciliam bem todas as esferas da vida e sempre com energia…eu não consigo… concilio o melhor que posso, mas tenho sempre a sensação que precisava de um “red bull”.

O primeiro objetivo da minha lista que era viajar para o estrangeiro não se concretizou…por isso vai continuar na lista para 2016. Preciso mesmo de ver coisas novas, ouvir outras línguas, outras formas de pensar…até para conseguir colocar as coisas em perspetiva e para valorizar o dia-a-dia.

Que plano terá para mim o destino em 2016? Não sei. No entanto, a palavra que escolho para me guiar no próximo ano é SERENIDADE. Sei que vou ter novos desafios e exigências, que me vão fazer ficar ansiosa e no limite, e eu só espero encontrar energia e sabedoria para lidar com tudo. Quero ter força para dizer “Não” quando a situação o exigir, saber expressar os meus sentimentos e manter a minha saúde mental.

E quero paz, e tempo para mim.







13.11.15

Casas de escritores...de Saramago a Pessoa

Na ultima semana tive um dia de folga e aproveitei para passear por Lisboa, algo que já não fazia há muito tempo.

Andei pela Graça, Alfama, e fiz uma paragem estratégica na Fundação José Saramago, na Casa dos Bicos, que tinha vontade de conhecer há muito tempo.

E a visita não desiludiu, está excelente. Conseguimos perceber todo o percurso de José Saramago, de serralheiro mecânico a escritor. Podem espreitar  a autobiografia. Há um destaque a todos os seus livros, o contexto de onde surgiram, o que Saramago disse sobre ele. Há fotos, vídeos, objectos pessoais, várias agendas do escritor. Deu-me imensa vontade de ler mais livros de Saramago. É sem dúvida um dos meus autores preferidos.
Mais informações aqui


O bilhete custa 3€ e, como têm uma parceria com a Casa Fernando Pessoa, se visitarmos esta última no prazo de 10 dias, o bilhete só custará 1€.

Eu aproveitei. À tarde resolvi ir à Casa do Fernando Pessoa, até porque queria passear por Campo de Ourique. No entanto, esta Casa foi a desilução total. Muita pouca informação, quem não conheça Fernando Pessoa fica a saber basicamente o mesmo. Há o quarto onde viveu, que é o que acaba por ser mais interessante, e depois são basicamente computadores com informação...que poderias aceder na net. Havia uma exposição temporária sobre a Revista Orpheu que dominava a casa, mas nada de realmente interessante. Tanta coisa que podia ser feita, explorar os heterónimos, explorar a obra (havia sempre o mesmo poema pela casa toda...apenas 1 quando tinha milhares), o interesse por astrologia,...nada. Pareceu-me que só vale a pena visitar a casa com uma visita guiada.
Mais informações aqui



9.10.15

Eficiência admnistrativa...



Fiz o Cartão de Cidadão em 8 minutos. Tinha feito marcação online dois dias antes, para as 12h30, cheguei às 12h25, sentei, confirmei os dados, tirei 3 fotos, assinei, registei impressões digitais, paguei...saí às 12h33.

Que todos os serviços fossem assim.

5.10.15

Frustrações laborais...



Estar aqui sem fazer nada porque estou à espera do trabalho de outra pessoa. Ainda por cima essa pessoa não tem culpa e estou a pressioná-la.

Irrita-me quando em julho avisei que se devia começar a fazer o trabalho, com calma, para o projeto ser lançado em setembro. Estamos em outubro e nada está feito, tudo atrasado, e eu sem poder fazer nada.

Depois vai sobrar para mim, que andarei estressada para tudo correr bem.

Só gostava que as chefias valorizassem o trabalho das pessoas e planeassem tudo com a devida antecedência.


Depois admiram-se da baixa produtividade dos portugueses. No entanto, quando emigram são trabalhadores espectaculares lá fora. Talvez, então, o problema da baixa produtividade, esteja nas chefias e nas estruturas organizacionais portuguesas e não nos trabalhadores.