Tanto por dizer e tão pouco tempo para passar por aqui....
Volto em breve...prometo.
21.4.15
2.4.15
Março - ponto de situação
A falta de tempo e o cansaço têm-me impedido de vir aqui dar
um ar da minha graça. No entanto, pelo menos tinha que vir fazer um breve
resumo do mês de Março para memória futura.
Assim sendo e tentando cumprir alguns dos objetivos
definidos no início do ano,
- Passear em família (e/ou amigos) ou a trabalho, quando dá
para aproveitar um bocadinho:
![]() |
| Centro EVOA – Vila Franca de Xira – Lezíria do Tejo |
![]() |
| Pic nic na Arrábida – Portinho da Arrábida |
![]() |
| Minde |
![]() | ||
| Sintra: Praia Grande, Cabo da Roca e Palácio da Vila |
![]() |
| Azeitão: caves José Maria da Fonseca e tortas (fui mesmo fã destas últimas) |
- Leituras: Comecei 2 livros
e não acabei nenhum e já os entreguei na biblioteca: O Retrato da Mãe de Hitler
e Os Transparentes.
- Fazer voluntariado. Fui
a umas reuniões da Associação de que faço parte e contribui com umas ideias,
fui assinado contrato para nova sede.
- Investigar mais alguma coisa da minha árvore genealógica. Não investiguei parentes propriamente mas
fui à terra da minha mãe e dos meus avós maternos (Casével) e tirei fotos às casas onde viveram.
- Fazer mais elogios
às pessoas de que gosto. Ando a tentar,
fiz um workshop de liderança positiva e ando a ler um livro também sobre
parentalidade positiva. Haja positividade!
- Escreve no blog
pelo menos uma vez por semana. NOT
- Rir e amar muito. SEMPRE
- Outros apontamentos: Filhota
teve uma semana doente. Foi o Dia no Pai e no infantário tivemos direito a
teatro de fantoches e a desenho de um peixe (e o seu processo artístico).
3.3.15
Fevereiro em imagens # 2
O que comi...
![]() | |||
| Queijadas de Sintra: descobri que a melhores são as da SAPA (perto dos Paços do Concelho de Sintra). |
![]() |
| Panquecas americanas: Fui ao 50's no Parque das Nações...andava com desejo de comida americana... mas ainda não foi verdadeiramente satisfeito |
![]() |
| Hamburguer de feijão preto: Não tirei foto mas era muito bom. Restaurante O Navio, na Praia de Santa Cruz |
![]() | ||
| Hamburguer em bolo de caco: no mercado de fusão no Martim Moniz, um dos melhores hamburguer que tenho comido. |
![]() |
| Pizza: na Cappriciosa em Cascais com vista para o mar :) |
2.3.15
Fevereiro em imagens#1
Por onde andei...
![]() |
| Castelo de Palmela: uma agradável surpresa |
![]() |
| Leiria: redescobri o centro histórico |
![]() | ||
| Quinta do Mocho, Loures: uma nova perspetiva de olhar os bairro sociais. Projeto de arte urbana "O Bairro i o Mundo" |
![]() |
| Coimbra: Biblioteca Joanina. Muito bonita mas com um bilhete excessivamente caro, pelo preço devia pelo menos haver uma visita guiada. |
![]() |
| Odemira: com uma breve paragem na Zambujeira e Vila Nova de Milfontes |
25.2.15
Palavras que nos separam entre 100km
Adaptado do Dicionário Leiriense/Português, deixo aqui alguns vocábulos também usados mais abaixo de Leiria, que fazem parte do meu vocabulário mas que o meu esposo, alfacinha de gema, desconhece. Este post é dedicado intereiramente a ele, para conseguir decifrar o meu discurso.
"afiadeira: Afia? Apara-lápis? Aguça? Nada disso. Aquele objecto que devolve o bico aos lápis chama-se afiadeira.
cachaporra: Se vos oferecerem uma malha de cachaporra, não aceitem com um sorriso agradecido. Não é oferenda, é mesmo ameaça, porrada no lombo, pancada, bordoada, traulitada.
castiço: A frase “É um tipo castiço” pode significar que o indivíduo em questão é curioso, idiossincrático ou simplesmente um gajo porreiro.
papo-seco: É de um tipo de pão. Em Lisboa chamam-lhe carcaça, mas aqui é papo-seco.
patusca: Cloche? Mas o que raio é uma cloche? Aquele objecto vintage que faz as vezes de um forno, tipo nave espacial em miniatura com uma pega em cima? Isso, minha gente, chama-se patusca.
sapatilhas: Leiriense que se preze não calça ténis, mas sim sapatilhas. Claro que viajando 100 quilómetros para sul, se nos lembrarmos de dizer tal coisa o mais certo é dispararem-nos logo o olhar mortífero número 3 (com direito ao rótulo imediato de provinciano), ou então pensarem que estamos a falar de sabrinas, daquelas que se usam no ballet ou nas aulas de ginástica.
variar (tás a): Expressão que, numa conversa, tem como objectivo constatar a aparente alteração momentânea/súbita da sanidade mental do interlocutor. Quando usada em tom interrogativo serve para invectivá-lo, como quem diz: ‘Tás doido ou quê?’. "
Se bem que tenho mais umas dezenas que posso acrescentar a estas, e que muitas vezes fico na dúvida se são fruto da minha imaginação ou fruto do contexto familiar, ou se existem em bom Português.
Alguém diz "arrapar ossos" ou "arrapar o tacho"?
"Arrufada" é pão de deus em Lisboa, certo?
24.2.15
Óscares ativistas
Como não só de vestidos vive a Humanidade, este ano os Óscares tiveram uma forte vertente ativista e foram vários os assuntos tratados:
- Igualdade de salários entre sexos - Patricia Arquette
- Privacidade e democracia - no âmbito do documentário sobre o Snowden
- Igualdade de direitos, discriminação - John Legend
- Imigração - Alejandro Gonzalez Inarritu
- Direitos sexuais, suicídio, direito à diferença. - Graham Moore
O momento do Graham Moore foi o que mais me tocou, dado que relacionou a sua história com a o Turing (filme O jogo da Imitação), partilhando que se tentou suicidar aos 16 anos. Dedicou a sua vitória aos miudos que se sentem estranhos, diferentes dos outros, que não se encaixam em lado nenhum e acaba por
exortar todos a essa condição de "ser diferente".
Choca-me muito em pleno século XXI, no mundo ocidental, que todas estas questões sejam ainda pertinentes. Que ainda não se tenha chegado a um patamar civilizacional que garanta os direitos iguais para todos, ao mesmo tempo que se valoriza a diversidade.
Como diz o Boaventura sousa Santos:
“Temos o direito a sermos iguais quando a diferença nos
inferioriza. Temos o direito a sermos diferentes quando a igualdade nos
descaracteriza. As pessoas querem ser iguais, mas querem respeitadas
suas diferenças. Ou seja, querem participar, mas querem também que suas
diferenças sejam reconhecidas e respeitadas.”
6.2.15
Biscoito da sorte
Ontem recebi um "fortune cookie", daqueles que vimos nos filmes e séries, e que passam a fazer parte do nosso imaginário "pop". Nunca tinha provado, é feito com farinha, açúcar e baunilha, e até é agradável. É típico dos restaurantes chineses dos EUA, não é típico na China
Dentro do bolo vem um papel, "a sorte", que pode ser uma citação, um conselho, uma profecia, números da sorte, etc.
O meu dizia:
"Uma nova amizade vai-te trazer felicidade".
Vamos ver!
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















