Final do ano
e fazemos todos o balanço do ano que passou e começamos a formular objetivos
para o ano seguinte. É apenas a continuação do calendário mas acaba por ser a
renovação da esperança, que nos dá alento e energia para os meses seguintes,
para enfrentarmos a rotina durante mais uns tempos, com o sonho de novas
oportunidades.
Tive pena de
na última passagem de ano não ter escrito os objetivos de 2014, era muito mais
fácil fazer o balanço agora.
As melhores
coisas do ano são sempre aquelas que não se previram. No entanto, é bom tem um
ponto de partida e ficar contente com as pequenas coisas que conseguimos.
Passei os
quatro primeiros meses do ano, em casa, de licença de maternidade, a cuidar da
minha bebé. Excelente tempo em família. O ideal seria mesmo trabalhar em
part-time para aproveitar o melhor dos dois mundos. Andei grande parte dos dias
deste ano cansada (já tem um ano mas continua a acordar todas as noites) mas o
riso da miúda bate qualquer contratempo.
A nível
profissional, não mudei de emprego mas fui recrutada para um gabinete novo. Por
vezes não me senti preparada para o desafio mas foi uma forma de enriquecer o
meu currículo. Recebi elogios da minha chefe.
Ninguém da família
morreu ou ficou gravemente doente, o que por si só já faz de 2014 um bom ano.
Que plano
terá para mim o destino em 2015? Não sei. Só espero continuar aberta, leve e
consciente de que tudo é provisório. Se a dor me alcançar, espero encontrar energia
e sabedoria para a dominar. Não quero preocupações, culpas, negativismos. Quero
ter força para dizer “Não” quando a situação o exigir, quero expressar os meus
sentimentos e manter a minha saúde mental.
E quero
aproveitar tudo ao máximo.
















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